Quando dizes
palavras ásperas
E arrebata a
fala em um instante
E não me deixa
escolha
Calo-me e
ignoro esse jeito rude
Antes meigo e
doce agora some
Em meio à ânsia
de estar
Dependente deste
teu colo
Que me
acalenta quando ébrio
E me
atormentas quando sóbrio
E me faz viver
assim
Neste devaneio
louco
Lúcido talvez
Cheio de
incertezas vivo
Buscando entender
este teu jeito
Que me toma
inteiro o peito
E tira de mim
o ar
Embriaga-me o
teu cheiro
E consome por
inteiro
Este boêmio sonhador
Que busca o
amor no teu regaço
Um abraço dos
teus braços
E por fim o
teu amor

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