Encanta um encanto e canta
Uma canção de ninar
Um canto ecoa no vento
Um grito ressoa no ar
Murmura um nome em silêncio
Que a boca não quer falar
O amor que encanta o peito
Que soluça e chora sem parar
E vive um enigma em ânsia
Numa lagrima que rola e cai
Dos olhos que dilatam e molham
Uma face que definha mais
Incauto no seu pensar
Diz umas palavras e cala
Perplexo, (duvidoso) inexorável
Inquieto não sai à fala Inserto de suas razões Embriagado de emoções
Nos olhos lagrimas clara
Rolam e molham a alma
Que triste embora calma
Espera em paz e chora
Porem desistir já mais
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