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domingo, 6 de março de 2011

Lembre-se de mim

Vem, despede-se de mim,
Sei que já vais,
Beija a minha face,
Toma uma rosa,
Lembre-se de mim,
Lembre-se da canção,
Lembre-se do abraço,
Lembre-se da rosa,
Da saída,
Da volta na porta,
Lembre-se de mim,
Olhos rasos d água,
Lábios trêmulos,
Mãos frias,
Saudade constante,
Sorriso meigo,
Semblante triste,
Sei que já vais,
Olha pra traz,
Sorrir disfarçado,
Coração partido,
Olhos molhados,
A palavra não sai,
A musica toca,
Lembre - de mim,
Onde estiver 
Lembre-se de mim.

Aurora de um novo dia

Rumores de guerras constantes,
Se houve a cada instante, 
O fim se aproxima, as profecias se cumprem.
O fim está chegando,
Os homens se espantam, mas as crianças cantam,
O que está acontecendo? Os céus se alegram,
Os Anjos jubilam, O filho de Deus agradece. 
A aurora de um novo dia.
Lindas rosas desabrocham nos campos,
Cantam os pássaros felizes,
Cai à chuva calma, chora,
Os céus celebram.
A noiva que chega sem pressa 
E recebe o troféu de gloria, que.
Serenamente lhe espera,
À hora da primavera,
De um novo mundo encantado,
Que em gloria constantes se louvam
E vivem eternamente,
Os homens bons do mundo, transformados.

Vida de Deus

Tem a formula da vida,
A excelência do amor,
O principio da ciência,
Do ouro o resplendor,
O inicio e o fim de tudo,
E usado como escudo,
Sendo o dominador,
Na batalha sempre vense,
Tudo a si pertence,
A terra, o céu, o ar,
Do mar o interior,
Conhece de perto os seres,
Na terra possui poderes,
Que ninguém, já mais terá,
Do universo ao firmamento,
O homem está insento,
Por não poder dominar,
Sendo um ser mortal,
Como todo animal,
Que a terra tornará,
Da qual fora formado,
De poder capacitado,
Para os seres dominar, Porem,
Não é mais ouvido,
Quando com gritos sofridos,
Clama em alta voz.
Da-me ó Deus, de novo o que me deu,
Que eu não soube aproveitar, 
Agora vou ser julgado,
Por ter desperdiçado esse valor que tinha,
Mas tu permaneces Deus.
Imutável, inabalável,
Mas eu, execrável, A, fui vacilante,
Andei errante, mas o senhor me acolheu.
Agora te seguirei, onde quiseres que eu vá, irei,
Servir-te-ei com prazer,
Esse homem rude que sou,
Cantarei a ti louvores, enquanto aqui viver.
E sempre te adorarei, Jeová senhor meu Deus,
Que me fez de novo vive

Néctar da flor

Tu que chegas por sufrágio, 
E traz essa paz intensa,
Transmitindo uma vida linda,
Com esse jeito sublime de ser,
A tua voz transmite alegria,
Os teus olhos transmitem paz,
Ha. Brilho no teu semblante,
Tua presença satisfaz,
No leito ou onde for,
Sentimos o calor,
Humano que você traz, 
Simples pomba normal,
Rosa sim natural,
Como a seiva, o néctar da flor,
A essência suave da vida,
Como uma jóia preferida,
Do seu possuidor,
Sei que eis feliz,
E na alma sei que bendiz,
O Deus criador,
Que te fez assim tão pura,
Ò simples criatura, 
Como do ouro o resplendor.

A ceia

A música que ouço baixinho,
Zunindo nos meus ouvidos,
Longe! Faz-me lembra,
Os tempos em que andava,
A rua triste, nas madrugadas,
Indo de volta pra casa,
Hoje parado, olhando o céu,
E as nuvens balançam profundamente,
E vagueiam como gazelas,
Nos bosques do universo,
Azul... Que some de vista,
Volto ao vazio d’alma,
Olho para o lado,
Um par de olhos castanhos me fita,
Serenamente, 
Suas tranças cobrem seus ombros,
Tento invadir o seu pensamento,
Será que pensa em mim?
Lacrimejando os meus olhos sinto,
A brisa que vem de Lange,
E toca a minha pele, No mesmo instante,
Balança as folhas da roseira que vejo em frente,
Enfeitada com lindas rosas vermelha,
Que dançam constantemente,
Na sala de está, no aparamento onde estou,
Alguém me surpreenda,
Trazendo nas mãos uma bandeja,
Com pão e vinho, 
E me convida a cear, Então.
Como o pão e bebo o cálice de vinho tinto,
Que lembra o corpo que foi repartido,
E o sangue que foi derramado por mim,
Que penso e escrevo constantemente,
Elevo o meu espírito ao céu e agradeço a Deus,
Por um momento raro, 
Onde encera o pensamento que por um instante, 
Trouxe uma paz, que se eterniza por longos anos,
Desfazendo a tristeza,
E tranqüilizando o coração aflito que espera,
Tão somente espera.

Vírus do amor

De que adianta o homem,
Amar e não ser amado, 
Não importa a razão,
Insatisfeito coitado,
Esse ser reprimido, 
Levado cativo ao sentido,
De lutar por esse amor, 
E nunca ser vensido.
A se houvesse uma formula,
Mediante a essa loucura,
Onde exterminasse,
Esse viros que tortura,
O coração que inflama,
Como do fogo a chama,
Que causa essa loucura.

Lua

Assim como te vejo linda,
Brilhando distante,
E te olho friamente,
Porque se esconde de mim?
Com esse vai e vem que mim tortura,
Não, não eis tu a mais pura?
Sinto a vergonha que existe em mostra-se nua,
E logo se cobre naturalmente,
Com nuvens que vagueiam simplesmente,
Ò lua, voltastes de novo a me atormentar?
No céu azul cor de anil,
Onde aparece e some,
E me deixa ébrio, ao ver-te linda,
Onde aparece e finda esse momento hostil,
Que causa prazeres, nos seres,
Que admira a tua beleza,
Rainha da natureza, 
Inclua-me entre os seres que te amam,
Sinceramente,
Porque eis linda como uma virgem inocente.
Onde lhe cobre o rosto o véu.
Assim eis tu, lua, que sempre continua,
No seu habitar natural.
Vagueando caminhos retos,
Onde me sinto completo,
Quando olho para o céu e te vejo linda, Como sempre, lua.