Assim como te vejo linda,
Brilhando distante,
E te olho friamente,
Porque se esconde de mim?
Com esse vai e vem que mim tortura,
Não, não eis tu a mais pura?
Sinto a vergonha que existe em mostra-se nua,
E logo se cobre naturalmente,
Com nuvens que vagueiam simplesmente,
Ò lua, voltastes de novo a me atormentar?
No céu azul cor de anil,
Onde aparece e some,
E me deixa ébrio, ao ver-te linda,
Onde aparece e finda esse momento hostil,
Que causa prazeres, nos seres,
Que admira a tua beleza,
Rainha da natureza,
Inclua-me entre os seres que te amam,
Sinceramente,
Porque eis linda como uma virgem inocente.
Onde lhe cobre o rosto o véu.
Assim eis tu, lua, que sempre continua,
No seu habitar natural.
Vagueando caminhos retos,
Onde me sinto completo,
Quando olho para o céu e te vejo linda, Como sempre, lua.

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