Nasce N alma a calma que ascende
O clarim da vida,
Onde impera a beleza a nobreza
A pobreza,
Desse jeito sul til de ser,
Que transforma os ideais em plena realidade,
O cobre, o metal,
Em jóias raras imortais, com mãos.
De fero que quebram
A beleza da natureza,
A fauna e a flora sufocam
E o palco da vida some,
O seu habitar natural,
Inocente, compassivo, decadente,
Juntam os restos mortais,
De tudo que lhes restou,
De uma terra falida,
Onde só resta a fumaça sem graça,
Sem vida,
Que outrora fora habitada,
Por seres humanos que agora,
Esperam uma nova vida,
Na terra seca veraz?
Que os homens seres brutais,
Outrora fizeram guerra,
E a terra a espera calma,
O homem, a própria alma.
Voltam então para a terra

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