Ò flora que abriga a fauna,
Onde estarás futuramente?
Pois os homens predadores,
De ti exploram somente.
A lembrança que terão
Os filhos dos homens que virão,
Ao te verem em fotos,
Certamente perguntarão.
Onde está o lindo verde?
Que abrigava a fauna?
E a fauna que não vejo?
Só conheci o desejo de ver,
E conhecer o que não vir,
O lindo balançar das folhas,
Que jazia nas arvore,
Que jazia nos bosques,
Onde os homens predadores,
Antes ameaçadores,
Hoje mias não são.
Pois a fauna se foi,
Sei que não mais verei,
E a flora que existia?
Lamento mas não sei,
Se continuar falando,
Desse desgosto profundo,
Que sinto em pensar que os homens
Que deviam proteger e cuidar,
Das arvores, dos peixes, dos mares,
Não se preocuparam em matar,
A fauna e a flora, que jaz no passado,
Cortado e queimado,
Seco o mundo está,
Sem água a terra geme,
Dos homens o que será?
Lamento a realidade,
Da fauna e a flora a saudade,
È o que posso sentir.
Julgarei então o homem?
Que mata come e consome,
Para se alimentar?
Outros se divertem com o esporte,
Rumo ao sul e ao norte,
Sem querer se conter.
Julga, condena e pune,
Ou esquece e deixa viver,
A fauna e a flora,
Se não mais a ignora,
Linda no amanhecer.
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