Ninguém conhece o caminho do vento nem a força misteriosa que dirige o progresso da vida, Nailton Maia
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domingo, 6 de março de 2011
Conceitos
Às vezes critico a vida não por não acreditar, mas sim por ver as loucuras existentes, em meio às condições fictícias visíveis, mas, encobertas por algo não louvável de seres que se impõem e não usam devidamente o poder. Sou critico, sou sábio, sou tolo? Ou sou alguém inconformado? Ao ver a vida tão bela sendo explorada de forma ordinária, como uma casa desgovernada, cheia de insetos infectos, causadora da pobreza. Intelectos, no entanto, incapazes de serem humanos presos por essa ganância que lhes consomem embora se façam vitimas do acaso e vivem loucamente. Se criticar, se falo, sou louco? Ou estou embriagado com esse gosto amargo de fel, que queima minha língua e não me deixa calado e por um instante perco completamente o sentido da normalidade e vivo na pele dessa gente que chora, sofre, geme, buscando encontrar ou ser encontrado na vida que às vezes tem lhes pego de surpresa. Tornam-se o alvo da vida, mas é gente que sentem e que vivem, embora indignamente, querendo ser alguém um dia e poder cantar, sorrir e gritar, dizendo, finalmente foi visto, no mundo tão vasto, de estrelas que brilham, ofuscando uma luz intensa, sem deixar aparecer esse ser tão simples, respira um ar poluído, mas, esperam a realidade de uma vida de sonhos, onde tudo não passa de uma mera influência imaginada, de uma vida carregada e cheia de tantos altos e baixos e às vezes se encontra calado, talvez por receio de ser reprovado em meio à massa existente que se moderniza a cada instante, sente-se preso por ser simples, embora tenha os seus conceitos não discutidos, pois a razão se perde em meio à euforia de Homens que se preocupam na construção de bases nucleares e deixam a terra seca sem poder respirar e vivem e dormem e gloriam-se nos seus feitos e nas suas loucuras, enquanto esperamos calado sem poder opinar em questões absurdas, sem efeito e sem prestigio, mas fazer o que? É o Homem e suas loucuras.
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