Brisa que vem de longe e toca a pele seca, trazendo recordações do tempo que vagueava a rua triste que me viu crescer.
Quando em ti cheguei, cidade calma, que esparge a luz de um lindo dia de verão, onde sentado à porta tocava e cantava uma canção.
Os dedos trilhavam as cordas e forte o abraçava com calma o violão e, sentia as lagrima tristes rolarem do rosto calmo e simples sentindo a brisa entrando pela porta ao lado, trazendo recordações do tempo de outrora, das horas mortas que invadia o espaço do nada.
A esperança constante torturava como chamas em labaredas vivas e queimava o corpo inteiro, parado por um motivo banal que levou ao extremo da vida, lembrando a realidade e vendo as vidas tristes e cansadas que esperavam a paz e viviam iludidas talvez por uma esperança que nunca se acaba.
Ninguém conhece o caminho do vento nem a força misteriosa que dirige o progresso da vida, Nailton Maia
Total de visualizações de página
domingo, 6 de março de 2011
Retorno a terra
Nasce N alma a calma que ascende
O clarim da vida,
Onde impera a beleza a nobreza
A pobreza,
Desse jeito sul til de ser,
Que transforma os ideais em plena realidade,
O cobre, o metal,
Em jóias raras imortais, com mãos.
De fero que quebram
A beleza da natureza,
A fauna e a flora sufocam
E o palco da vida some,
O seu habitar natural,
Inocente, compassivo, decadente,
Juntam os restos mortais,
De tudo que lhes restou,
De uma terra falida,
Onde só resta a fumaça sem graça,
Sem vida,
Que outrora fora habitada,
Por seres humanos que agora,
Esperam uma nova vida,
Na terra seca veraz?
Que os homens seres brutais,
Outrora fizeram guerra,
E a terra a espera calma,
O homem, a própria alma.
Voltam então para a terra
O clarim da vida,
Onde impera a beleza a nobreza
A pobreza,
Desse jeito sul til de ser,
Que transforma os ideais em plena realidade,
O cobre, o metal,
Em jóias raras imortais, com mãos.
De fero que quebram
A beleza da natureza,
A fauna e a flora sufocam
E o palco da vida some,
O seu habitar natural,
Inocente, compassivo, decadente,
Juntam os restos mortais,
De tudo que lhes restou,
De uma terra falida,
Onde só resta a fumaça sem graça,
Sem vida,
Que outrora fora habitada,
Por seres humanos que agora,
Esperam uma nova vida,
Na terra seca veraz?
Que os homens seres brutais,
Outrora fizeram guerra,
E a terra a espera calma,
O homem, a própria alma.
Voltam então para a terra
Sentado na praça
Eu não tinha esse pensar,
Semblante triste,
Olhos calmos,
Mãos tremulam,
Lábios amargos,
Que não usa mais o falar,
Eu não tinha esse corpo calmo,
Pés parados,
Lábios calados,
Que viram a vida passar,
Hoje sem pressa,
Comessa o dia,
A agonia, a companhia,
A alegria que resta,
Nas mãos um retrato,
De um homem forte,
Calmo, sensato,
Que ver a vida passar,
Sentado na praça.
Semblante triste,
Olhos calmos,
Mãos tremulam,
Lábios amargos,
Que não usa mais o falar,
Eu não tinha esse corpo calmo,
Pés parados,
Lábios calados,
Que viram a vida passar,
Hoje sem pressa,
Comessa o dia,
A agonia, a companhia,
A alegria que resta,
Nas mãos um retrato,
De um homem forte,
Calmo, sensato,
Que ver a vida passar,
Sentado na praça.
Alma
Sou a palavra que fala,
Sou a boca que cala,
Sou o imaginar,
Sou da água o sabor,
Sou da vida o calor,
Quem sente os gemidos,
O ardor e ver o aliviam chegar,
Sou o tempero da vida,
Da existência falida,
Que não querem acreditar,
Não sou um ser invisível,
Da vida o adjetivo,
Como da terra o ar,
Sou a alma que existe,
Dos olhos a lagrima triste,
Um ser a imaginar.
Sou a boca que cala,
Sou o imaginar,
Sou da água o sabor,
Sou da vida o calor,
Quem sente os gemidos,
O ardor e ver o aliviam chegar,
Sou o tempero da vida,
Da existência falida,
Que não querem acreditar,
Não sou um ser invisível,
Da vida o adjetivo,
Como da terra o ar,
Sou a alma que existe,
Dos olhos a lagrima triste,
Um ser a imaginar.
Pés vagueantes
Pés que vagueiam a terra,
Nos vastos campos da vida,
Levando o corpo inquieto,
Com a alma embora abatida,
Agora parados, descalços,
Atados.
Esperam erguerem os passos
Em rumo à nova vida.
Pés que vagueia a terra,
E leva a palavra viva,
Nos versos, na poesia,
Na fala que irradia.
Nos bosques se ouve um canto,
Linda melodia.
Pés que vagueiam a terra,
Pisando a grama sente,
Quente, às vezes fria,
Molhado com o orvalho,
Que espera o raiar do dia.
Pés que vagueiam a terra,
Não tornarás a guerra,
Pisando o chão outro dia.
Nos vastos campos da vida,
Levando o corpo inquieto,
Com a alma embora abatida,
Agora parados, descalços,
Atados.
Esperam erguerem os passos
Em rumo à nova vida.
Pés que vagueia a terra,
E leva a palavra viva,
Nos versos, na poesia,
Na fala que irradia.
Nos bosques se ouve um canto,
Linda melodia.
Pés que vagueiam a terra,
Pisando a grama sente,
Quente, às vezes fria,
Molhado com o orvalho,
Que espera o raiar do dia.
Pés que vagueiam a terra,
Não tornarás a guerra,
Pisando o chão outro dia.
Corruptos
Efêmeros sonhadores,
Degradantes viventes,
Corgeas escoria humana,
Míseros decadentes,
Indolentes, vermes terrena,
Que se julgam inteligentes,
Homens ant humanos,
Com aspectos inocente.
Pele de ovelha,
Semblante calmo, voz veemente,
Infectos, seres abomináveis,
Roedores terráqueos.
Pobres, miseráveis e nus,
A terra te espera calma,
Políticos homens sem alma,
Desgraça do mundo agora.
Degradantes viventes,
Corgeas escoria humana,
Míseros decadentes,
Indolentes, vermes terrena,
Que se julgam inteligentes,
Homens ant humanos,
Com aspectos inocente.
Pele de ovelha,
Semblante calmo, voz veemente,
Infectos, seres abomináveis,
Roedores terráqueos.
Pobres, miseráveis e nus,
A terra te espera calma,
Políticos homens sem alma,
Desgraça do mundo agora.
Céu e terra
Ofuscante estrela distante,
Que brilha demonstrando vida,
No universo sideral.
Junto a planetas e cometas,
Que o homem, ser mortal,
Traz a decepção,
Por não ter poder igual.
Perto de ti mora o sol, estrela maior,
Com todo potencial,
Tendo a lua vizinha,
Que aparece a tardezinha,
Despertando vida total,
Nos seres noturno que cantam,
E louvam ao criador,
Grande pai celestial.
Na terra existe o poeta,
Que tem a palavra certa,
Como uma seta fatal,
E, enaltece a Deus nos céus,
Que lha deu como troféu,
A caneta e a mente aberta,
Onde escreve poesias,
Fala da harmonia que existe no planeta.
Terra mãe, de seres vivos mortais:
Homens cativos, animais e tudo enfim,
A imensidão dos mares,
Dos frutos e dos pomares, das rosas no jardim,
Do céu, da natureza,
Da vida e da beleza da terra mãe sem fim.
Que brilha demonstrando vida,
No universo sideral.
Junto a planetas e cometas,
Que o homem, ser mortal,
Traz a decepção,
Por não ter poder igual.
Perto de ti mora o sol, estrela maior,
Com todo potencial,
Tendo a lua vizinha,
Que aparece a tardezinha,
Despertando vida total,
Nos seres noturno que cantam,
E louvam ao criador,
Grande pai celestial.
Na terra existe o poeta,
Que tem a palavra certa,
Como uma seta fatal,
E, enaltece a Deus nos céus,
Que lha deu como troféu,
A caneta e a mente aberta,
Onde escreve poesias,
Fala da harmonia que existe no planeta.
Terra mãe, de seres vivos mortais:
Homens cativos, animais e tudo enfim,
A imensidão dos mares,
Dos frutos e dos pomares, das rosas no jardim,
Do céu, da natureza,
Da vida e da beleza da terra mãe sem fim.
Assinar:
Comentários (Atom)




