Total de visualizações de página

terça-feira, 29 de outubro de 2013

REALIDADE


Uma realidade é óbvia, em meio à circunstancias da vida, vendo a predominância da ignorância. Não se entende os povos e brigam entre si. Como nos fins dos tempos predito o acontecido se mostra, uma guerra cotidiana como se o cavalo predito em uma visão tivesse sido liberado.
E eu vi, e eis um cavalo descorado; e o que estava sentado nele tinha o nome de Morte. E o Hades seguia-o de perto. E foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar com uma longa espada, e com escassez de víveres, e com praga mortífera, e pelas feras da terra. Nesse meio termo cresse o medo entre os povos e vivem e nem se apercebe de tudo como inocentes se mostram enquanto a praga se alastra e consome a humanidade com o seu ódio, egoísmo, arrogância, orgulho e muita violência. Desesperados se agarram no que vêem pela frente religião, política, dinheiro e buscam um ajudador que os libertem de tudo que lhes atormentam, em vão enquanto o cavalheiro e seu cavalo descorado seguem matando cumprindo assim o seu legado. E este sono que corroem como gangrena uma geração que dorme e nem se apercebe o que está por vim, uma tribulação que servirá de prova aos que tem pele de ovelha e vivem no mesmo espaço espera que o seu coração seja compatível com a pele, pois só assim serão permanentes nos seus lugares e residirão em paz quando tudo chegar ao fim.

Nailton Maia.

domingo, 12 de maio de 2013

ENIGMA DE UMA GUERRA




O inserto causa espanto e desperta o pranto trazendo insônia, na alma que agoniza e vive tentando acertos cercado por emoções capaz de levá-lo ao delírio como uma perda dos olhos o brilho, no peito batidas constantes palpites emocionante chega perto do extremo como em um mar revolto uma embarcação ao naufrágio, tentando a todo custo manter-se vivo, mas se afasta cada vez mais das margens e sem ter quem o salve dessa tormenta constante lutando com um gigante como se fosse inimigo, lutando com seus monstros que dentro de si vive, O orgulho, o egoísmo, o medo, a arrogância que traz em segredo, não quer se desfazer de nada, nos ombros traz uma carga pesada e não ver que desfalece, não canta, não faz uma prece e, não reconhece o soberano sendo esse o maior engano que um Homem pode viver e, quando passado os seus dias em ânsias e agonias vinher a se arrepender talvez possa encontrar a resposta de uma vida que buscou e não pode achar, decifrar o enigma dessa guerra perdida que não pode atrás voltar, tendo que se conter com as suas lagrimas e viver o tempo que lhe resta reconhecer que tudo é vaidade sabendo que a saudade na vida presta e não presta.                                                                                                                                                                                                                                          

Nailtom Maia

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

ANSIAS DO AMOR


                       

Para onde tu estás olhando? Se no vácuo não encontras nada, cresce a expectativa, aumenta a incerteza, e o vazio é imenso, calado inexorável, vive esse espasmo e não consegue explicar se existe realmente uma vida alem de muitas ignomínias. Como balsamo saciam a alma a certeza de uma presença forte que invade o intimo de um ser que se cala, quando deveria gritar e fazer ouvir o seu brado de insatisfação, por não saber explicar essa predominância pungente, às vezes amargo, às vezes forte, inebriam os olhos com essa doçura e deixa assim, não sei se ébrio ou febril com esse ardor no peito. Quando jovem ânsia do amor, quando as cãs se mostram agonia da morte, quando homem maduro irresponsabilidade ou falta de tino, e a ignorância se mostra mais forte nos seres falto de compreensão e vivem e julgam e punem sem mesmo dar uma chance, onde uma defesa se faria de uma vida que sem menos perceber já está envolvida em uma trama forte que lhe consome aos pouco e deixa uma marca cravada no coração que luta para voltar a bater novamente e acordar de um pesadelo que mais se parece com um julgamento                                                          
E é pra ele que eu passo horas olhando todas as noites que você não está aqui

terça-feira, 4 de dezembro de 2012



                            
 MANHÃ DE DEZEMBRO

Com lagrimas nos olhos sinto um aperto no peito, Como se fosse um defeito quase me consumindo,
O coração pulsando, acelerando e parando como nunca tinha sentido, Era 03 de dezembro de 2012, dia, mês e ano em questão, se despedia do mundo um Homem de bom coração, Que muito lutou pela vida, muito suor do seu rosto rolou,
Vencido por uma guerra perdida, de tanto lutar pela vida o seu coração parou,
Em uma manhã de Dezembro.
Inerte, esse Homem se cala, de sua boca nenhuma fala,
Ouviu-se de murmúrio ou de reclamação,
Aceitou tudo calado cumprindo assim o seu legado,
Pra receber de Deus o perdão,
Rodeado por ente queridos este homem destemido
Despediu-se do mundo.
Deixando uma saudade profunda, uma ferida por cicatrizar nos corações dos seus filhos, netos, sobrinhos irmãos, amigos e por fim da sua amada,
Que ao seu lado lutou lhe acompanhou na vida lado a lado, concedendo o seu amor, cuidando do seu corpo quase parado, mas com dedicação, não se abalou nem mesmo com a fera que levaria o seu amado.
Daria-te uma coroa de ouro e te faria rainha neste meu reino de sonhos e de saudades que levarei do meu velho amigo, meu pai, meu amigo, aceite o meu adeus, espero que esteja na memória de Jeová o nosso Deus só assim nos veremos outra vez e tudo será eterno.        

                                                                                                                       

terça-feira, 26 de junho de 2012

ROSEIRA

Linda roseira florida como sempre no mesmo lugar, por ti muito passei, recordo-me as manhãs de domingo quando ia visitar a velha casa onde morei, entrelaçada a um mandacaru, planta típica do sertão, unidos como se fosse um parado entre os seus espinhos, assim são as minhas lembranças de quando vagueava a rua triste hoje sem graça, recordo-me dos contos que ouvia junto a ti, as noites que passei ao teu lado, um violão embalavam canções, hoje é passado, mas, o presente vê, junto à roseira ainda florida, pois é manhã de maio, lindas rosa a enfeitam e balança com o vento que toca a minha face me fazendo recordar também que a infância passou, O presente me atormenta com as marcas que trago que relembra o passado, as minhas mãos já não são as mesmas, hoje tremulas os pés parados quase não vagueiam mais, Ainda te vejo roseira linda e espero o teu florir, com as folhas molhado do orvalho que caiu sobre ti na madrugada fria, esperas como uma gestante quase a dar a luz com os seus botões a desabrochar e te mostrares linda como sempre, roseira que muito me encanta de ti falar, elogiar-te ei pele que Eis e por onde estás, Na porta da casa de minha infância que sei, não mais voltará, mas, te tenho como lembrança um presente da infância que sempre recordarei.






sábado, 23 de junho de 2012

DESFECHOS DA ANSIEDADE

Impossível descrever o sentido de uma contração instantânea,
Levado pela emoção de um ser inserto quanto a si mesmo,
Que adentra a madrugada silenciosa no teor de um quarto escuro,
Ouvindo longe o zunido profundo de um ser da noite
E desperta a alma que murmura,
Ouvindo respiros inocentes de uma alma calada,
Que vive no leito e deleito do seu amor,
E não tem o que dizer quanto à monotonia
E a angustia predominante de um individuo que por ser mortal
Sofre com os desfechos da ansiedade por viver um dia longo,
Mas, mesmo assim resiste aos minutos e segundos de insônia
Que lhe atormenta como batidas incessantes de um relógio
Que não para, mas, insiste em informar as horas e lembrar que são horas mortas,
Mesmo assim passam lentamente e causa uma sensação de cansaço
Em um ser calado que teme voltar para o lugar de onde veio
E enfrentar as mesmas contrações instantâneas
Que lhe torturava outrora e trazer sensações insuficientes para preencher
O espaço da emoção, incapaz de fazer adormecer o corpo cansado e fatigado
Por um motivo que às vezes parece banal, ou não?

quarta-feira, 20 de junho de 2012

EXEMPLO DO VIVER

A vida simples de um ser resume-se em pouco tempo, bastante para satisfazer ou não o ego, embora se queiras muito mais, uma dose única lhe foi concedida, que se adicionada alguns requisitos pode se multiplicar uns belos anos de existência cheios de emoções, coloridos como sonhos realizados de uma excepcional criação. Olhos tenros os observam dando ênfase a uma única razão, a do viver, Onde muitos a danificam adicionando algo imprestável, recheado de ganância, ódio, egoísmo, deixando parecer que o propósito era o inverso, causando assim uma falsa impressão da vida, Tu podes provar que tudo depende única e exclusivamente de uma simples razão, uma mente treinada cheia de bons motivos para viver, fazendo transparecer o mais belo exemplo de um ser feito para amar, esse ser intelecto dotado de uma inteligência incomparável, cheio de sentimentos capaz de transformar essa crassa ideia que existe de uma predestinação, Uma ilusão fictícia de que alguns nasceram para sofrer, é óbvio que são idéias de uma mente fraca iludibriada por feitos que pareçam normais, assim como uma verdade, movendo-nos a ver de outra forma a realidade da vida.