Ninguém conhece o caminho do vento nem a força misteriosa que dirige o progresso da vida, Nailton Maia
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terça-feira, 26 de junho de 2012
ROSEIRA
Linda roseira florida como sempre no mesmo lugar, por ti muito passei, recordo-me as manhãs de domingo quando ia visitar a velha casa onde morei, entrelaçada a um mandacaru, planta típica do sertão, unidos como se fosse um parado entre os seus espinhos, assim são as minhas lembranças de quando vagueava a rua triste hoje sem graça, recordo-me dos contos que ouvia junto a ti, as noites que passei ao teu lado, um violão embalavam canções, hoje é passado, mas, o presente vê, junto à roseira ainda florida, pois é manhã de maio, lindas rosa a enfeitam e balança com o vento que toca a minha face me fazendo recordar também que a infância passou, O presente me atormenta com as marcas que trago que relembra o passado, as minhas mãos já não são as mesmas, hoje tremulas os pés parados quase não vagueiam mais, Ainda te vejo roseira linda e espero o teu florir, com as folhas molhado do orvalho que caiu sobre ti na madrugada fria, esperas como uma gestante quase a dar a luz com os seus botões a desabrochar e te mostrares linda como sempre, roseira que muito me encanta de ti falar, elogiar-te ei pele que Eis e por onde estás, Na porta da casa de minha infância que sei, não mais voltará, mas, te tenho como lembrança um presente da infância que sempre recordarei.
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