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sábado, 23 de junho de 2012

DESFECHOS DA ANSIEDADE

Impossível descrever o sentido de uma contração instantânea,
Levado pela emoção de um ser inserto quanto a si mesmo,
Que adentra a madrugada silenciosa no teor de um quarto escuro,
Ouvindo longe o zunido profundo de um ser da noite
E desperta a alma que murmura,
Ouvindo respiros inocentes de uma alma calada,
Que vive no leito e deleito do seu amor,
E não tem o que dizer quanto à monotonia
E a angustia predominante de um individuo que por ser mortal
Sofre com os desfechos da ansiedade por viver um dia longo,
Mas, mesmo assim resiste aos minutos e segundos de insônia
Que lhe atormenta como batidas incessantes de um relógio
Que não para, mas, insiste em informar as horas e lembrar que são horas mortas,
Mesmo assim passam lentamente e causa uma sensação de cansaço
Em um ser calado que teme voltar para o lugar de onde veio
E enfrentar as mesmas contrações instantâneas
Que lhe torturava outrora e trazer sensações insuficientes para preencher
O espaço da emoção, incapaz de fazer adormecer o corpo cansado e fatigado
Por um motivo que às vezes parece banal, ou não?

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