Digam-me algo que ainda não sei falem da Humanidade com um ar de quem é inocente, digam-me isso ou aquilo e contem os seus feitos, quem pode se orgulhar? Um choro se cala, outros prantos se vêem, não há uma solução? Onde está a defesa? Falem e se afundem nas suas pragas, afoguem-se nas suas lagrimas que coroem como algo infectado, pois não á consolo para os que observam conseqüentemente, Apoderaram-se do poder e nada fazem, uns olham sem jeito outros sofrem as conseqüências, A dois pesos, duas medidas, muito se fala e absorve o que fez o mal, pois não se prova nada Tudo se camufla e some em meio a tantas palavras, mas querem que entendam o que se diz, Deixando muitos envoltos em ações que não se podem explicar. Quanta saudade daquela gente matuta que vivia no ermo da mata e não se preocupava com os atos e nada da cidade grande, ouvindo o canto dos pássaros, o barulho das águas rolando nas pedras, ao invés de o barulho de tantos carros que dividem o mesmo espaço e gentes que se amontoam como se não tivessem pra onde ir, cheios de tanta ganância, cheios de orgulho, presos por este motivo que os consomem, sem respeito ao próximo, nada sabem, Diga-me algo que ainda não saiba, falem-me da humanidade como se fossem inocentes e tentem explicar os seus feitos, apontando os seus defeitos que os tornam culpados de tudo, Falem-me da humanidade.

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